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Publicado por Redação BasketBrasil
ORLANDO, Fla. (AP) — Steve Nash estava no prédio, ele estava de terno e na lateral da quadra, por conta de uma lesão na virilha.
Jameer Nelson certamente tirou vantagem disso.
Nelson teve 15 pontos e seu record na temporada de 12 assistências, e o Orlando Magic facilmente derrotou o Phoenix Suns, que jogou sem Nash, por 105-89 na noite de quinta-feira.
“Sou um pontuador,” comentou Nelson, rindo de seu incomum alto número de assistências, uma tímida alta de sua carreira.
Pelo menos por uma noite, ele ajudou os outros a fazerem pontos.
Dwight Howard teve 20 pontos e 12 rebotes, Quentin Richardson teve 15 pontos e todos os titulares marcaram dois dígitos pelo Magic. Eles construíram uma liderança de 32-pontos e ficaram a frente do Suns desde o início do jogo para sua terceira vitória consecutiva.
“Tudo naquele time gira em torno de Steve Nash, como eles não tiveram ele esta noite, eles sofreram,” comentou o técnico do Magic, Stan Van Gundy. “Eles são um time de altos e baixos que marca muitos pontos. E sem Steve Nash, é difícil para eles jogarem nesse ritmo.”
Na verdade o Suns não teve nenhum ritmo em quadra.
O armador reserva Goran Dragic teve 10 pontos, quatro assistências e quatro rebotes. Grant Hill marcou 21 pontos pelo Suns, que perdeu por noites consecutivas na Florida por uma combinação de 43 pontos. Eles foram derrotados por 27 na noite anterior em Miami.
“Eu não chamaria isso exatamente de férias,” comentou o treinador do Suns, Alvin Gentry.
Gentry disse que provavelmente Nash poderia ter jogado, mas não há razão para forçar a lesão ainda no início da temporada, especialmente com o Phoenix jogando quatro jogos em cinco noites. Ele espera contar com Nash na armação na noite de sábado contra o Charlotte.
O Suns foi constrangido e exposto pela segunda noite seguida, e suas falhas ficaram ainda mais claras em Orlando sem Nash. Eles não tinham fluxo ofensivo e jogaram sem ritmo, algo totalmente diferente do habitual.
“Acredite em mim. Eu vim para a Florida antes e perdi as duas também,” declarou Hill. “É sempre duro perder em rede nacional duas vezes. Mas temos alguns rapazes novos. Ainda estamos aprendendo uns com os outros. É uma temporada longa.”
Com desvantagem na estatura e sem seu armador All-star, o Phoenix foi forçado a dobrar a marcação em Howard, liberando os arremessadores do Orlando para os tiros de longa distância. Antes ainda do primeiro período, o Magic havia convertido quatro arremessos de 3-pontos –duas de Vince Carter, uma de Mickael Pietrus e uma de Richardson – para levar a liderança a 31-12.
O resto foi formalidade.
Com números plenamente baixos, o Phoenix parecia um time totalmente inexperiente, com Dragic tropeçando quando sofria dribles, a defesa dando bastante espaço para Howard e Carter, que jogaram de uma maneira muito simples e eficiente.
Quase a metade da multidão no Amway Center não retornou para seus lugares após o intervalo. Realmente não havia necessidade. O Magic tomou 32-pontos de frente, limpando o caminho para que o banco prosseguisse durante o resto do jogo.
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